domingo, 25 de outubro de 2015

Ministro Henrique destaca que mais de 3 milhões de viajantes se deslocaram de avião ao RN

aviaoO potencial do Brasil para criar novas rotas aéreas é uma das principais conclusões de um estudo divulgado pela Secretaria de Aviação Civil (SAC). De acordo com a pesquisa O Brasil que Voa – Perfil dos Passageiros, Aeroportos e Rotas do Brasil, foram mapeadas 252 cidades brasileiras com demanda para ocupar entre 50% e 85% dos assentos das aeronaves. De acordo com o levantamento, 3,19 milhões de viajantes se deslocaram no estado do Rio Grande do Norte por vias aéreas no ano passado.

Aumentar o fluxo aéreo é um impulso que pode transformar o turismo brasileiro. Afinal, mais da metade dos viajantes (51,8%) que se desloca pelo país atualmente em busca de destinos turísticos o fazem de avião, de acordo com o Ministério do Turismo. No estudo da SAC foram entrevistados 150 mil passageiros em 65 aeroportos durante o ano passado, que movimentam 98% do tráfego aéreo brasileiro
.

Um dos fatores que têm contribuído para ampliar a competitividade do Rio Grande do Norte é o Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves. O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, destacou a importância do aeroporto para o estado. “Temos um dos aeroportos mais moderno do Brasil, com uma pista que nenhum outro aeroporto tem para receber os aviões de grande porte. Desde que foi inaugurado, o estado já entrou na disputa para receber o centro de conexões internacionais da companhia aérea TAM e está confirmado como o local para instalação da Central de Distribuição Internacional dos Correios”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ATENÇÃO LEITOR: O Blog não se responsabiliza pelas opiniões e comentários. Em geral, o nosso Blog não analisa nem endossa o conteúdo dos comentários. Não permitimos o uso de linguagem ofensiva, spam, fraude, discurso de violência, comportamento violento ou negativo, conteúdo sexualmente explícito ou que invada a privacidade de alguém.

IMPORTANTE: Este Blog aceita comentários anônimos mas repudia a falsidade ideológica. Recomendamos aos leitores utilizarem o seu nome, sobrenome e e-mail (caso tenha algum), dos quais sejam legítimos para identificação.